Descrição do projecto

 

A base de dados resulta do projecto de investigação “Intercultural Literature in Portugal 1930-2000: A Critical Bibliography”, e tem como objectivo contribuir para os Estudos de Tradução em Portugal, preenchendo o período não coberto pela obra pioneira de A. A. Gonçalves Rodrigues A Tradução em Portugal, cujos cinco volumes abrangem as traduções publicadas em Portugal entre 1495 e 1930.
Idealizado pelo CECC (Centro de Estudos de Comunicação e Cultura, da Universidade Católica Portuguesa) em 2007, o projecto foi concretizado sob a coordenação científica de Teresa Seruya e Maria Lin Moniz (CECC) e Alexandra Assis Rosa (CEAUL/ULICES) até 2018. Hanna Pieta é actualmente a coordenadora científica pelo CEAUL/ULICES. O projecto agrega desde 2009 uma equipa pertencente a estes dois centros de investigação portugueses.
Acessível desde 2010, esta base de dados reúne 20.200 registos cobrindo o período de 1930 a 1981. O projecto de investigação “Intercultural Literature in Portugal (1930-2000): A Critical Bibliography” envolveu a criação de uma base de dados, disponibilizando referências bibliográficas de traduções de obras literárias publicadas em volume em Portugal desde 1930, independentemente da língua de partida. A publicação em volume e CD-ROM, inicialmente planeada, depressa foi substituída pelo seu lançamento em 2010 como base de dados online e de acesso livre. Esta base de dados resulta de:

  1. uma reflexão inicial sobre os conceitos de tradução e de literatura;
  2. identificação de informações potencialmente relevantes para um investigador em Estudos de Tradução, de modo a criar uma matriz de dados a incluir em cada registo;
  3. identificação de fontes de referências bibliográficas para obras de partida e de traduções;
  4. identificação de uma metodologia a seguir por todos os investigadores do projecto, tendo como objectivo a uniformização dos dados;
  5. criação de listas iniciais de textos literários traduzidos para português e publicados em volume em Portugal;
  6. localização e verificação de cada volume para garantir a confirmação e/ou correcção e/ou adição de dados;
  7. revisão dos registos;
  8. criação de um website para disponibilização online e em acesso livre da base de dados;
  9. actualização períodica da base de dados com novos dados, repetindo-se os passos 5 a 7.

Principais metas:

 Dezembro 2010: Lançamento da base de dados online, disponibilizando cerca de 4.500 registos relativos a 1930-1955.

 Novembro 2012: Adição de novos dados, disponibilizando cerca de 13.900 registos relativos a 1930-1965.

 Maio 2015: Adição de novos dados, disponibilizando 15.700 registos relativos a 1930-1974.

 Julho 2018: Adição de novos dados, disponibilizando 20.200 registos relativos a 1930-1981.


Metas futuras:

 2018-2020: investigação para criação de registos cobrindo o período 1982-2000.



Conceitos-chave e fontes

Uma bibliografia crítica é um instrumento de trabalho básico que, embora nunca definitivo, pode estimular os estudos mais aprofundados e sistemáticos de que a história da tradução em Portugal necessita. Este projecto pretende ainda ser um contributo para um trabalho de memória sobre o Estado Novo e anos subsequentes, no sentido de evitar o esquecimento irreversível de uma parte substancial da história cultural da ditadura portuguesa e das décadas que se lhe seguiram. A tradução sempre constituiu uma parte significativa da cultura literária no nosso país, conquanto nem sempre reconhecida e interiorizada. Pretende-se que a presente bibliografia funcione como um lugar de memória que o registe de forma não casuística. As traduções de literatura encontradas passarão, então, a integrar um todo, ainda que in progress, adquirindo assim um novo estatuto: por um lado, documento de uma determinada realidade – a da forte presença das culturas estrangeiras na textualidade nacional, por outro, a sua constituição como fonte para um leque variado de pesquisas.

Os elementos que constituem o corpus a bibliografar – as traduções de literatura – são tudo menos inequívocos. Por outras palavras, a tradução é um objecto verdadeiramente problemático, que carece de definição consensual. Mantendo-nos apenas no campo da tradução de literatura, verifica-se a existência, entre outros, de “versões”, “versões livres”, “adaptações”, etc., a que devemos acrescentar a modalidade muito comum entre nós da tradução indirecta e, sobretudo, da pseudotradução, ou seja, daqueles textos que são apresentados como traduções, não tendo atrás de si nenhum original (também conhecidos como traduções fictícias). Em geral, este projecto de investigação, inspirando-se nos trabalhos de Gideon Toury (1942-2016), Professor e investigador israelita, internacionalmente reconhecido como pioneiro dos Estudos Descritivos de Tradução, funciona com o conceito de “traduções alegadas” (“assumed translations”), isto é, considera traduções de literatura aquelas obras que foram introduzidas no mercado português como traduções e assim foram consideradas pelos leitores. Mas incluíram-se apenas as traduções publicadas em livro (isto é, foram excluídas as surgidas em periódicos e não foram considerados os textos para representações teatrais não publicados em livro).

Quanto ao que se deve aqui entender por literatura, optou-se de modo similar por um conceito funcional, e não ontológico, de literatura: literatura é tudo aquilo que os seus leitores consideraram como tal. Ou seja, há uma nítida convergência entre a proposta de Toury para a definição do objecto tradução e uma concepção funcional de literatura. Porque não falar em “literatura alegada”? De facto, o léxico especializado dos Estudos Literários já prevê que se fale em literatura policial ou ficção científica, “romance de capa e espada”, romance de aventuras, “literatura de cordel”, banda desenhada, etc., sinalizando o facto de que a substância do produto é a literatura – o que subsiste, de resto, na designação genérica de paraliteratura.

As principais fontes consultadas foram as seguintes:

  • a Catálogo Colectivo da Bibliotecas Portuguesas (PORBASE),
  • o Catálogo da Biblioteca Nacional,
  • o Boletim de Bibliografia Portuguesa (cujo primeiro volume saiu em 1937, sobre o ano de 1935),
  • o Index Translationum (da responsabilidade da UNESCO),
  • alguma imprensa periódica (como O Século, Diário de Notícias, Diário de Lisboa, Jornal de Notícias, Primeiro de Janeiro, Comércio do Porto),
  • algumas revistas (como Seara Nova, O Diabo, Vértice, O Pensamento, Brotéria, Portucale, Biblos, Ocidente)
  • o Dicionário de Pseudónimos e Iniciais de escritores portugueses,de Adriano da Guerra Andrade (1999),
  • o Dicionário de Pseudónimos, compilado por Albino Lapa e Maria Teresa Vidigal (1980),
  • o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses,
  • alfarrabistas vários e bibliotecas particulares.

Para a identificação dos textos de partida o projecto recorre às bibliotecas de referência para as literaturas estrangeiras mais representadas, incluindo:



Verificação de dados

Todos os volumes de traduções correspondentes aos registos desta base de dados foram consultados fisicamente, sendo eles a fonte considerada decisiva para o conjunto dos dados fornecidos (por exemplo, no que respeita a datas ou títulos). A referência a volumes anunciados na bibliografia mas que não foi possível localizar e/ou consultar mantém-se, para não inviabilizar uma verificação futura. Acrescente-se ainda que, sempre que possível, se indicam separadamente todas as edições das obras, já que uma nova edição é uma novidade no mercado, e como tal tem de ser contabilizada, entre outros, para efeitos da análise quantitativa.



Composição de cada registo

Quanto à composição de cada registo, ponderaram-se tanto os potenciais interesses do futuro utilizador de uma base de dados sobre traduções, como os requisitos objectivos de uma “bibliografia selectiva”, ou seja, que apresenta “referências bibliográficas de documentos referentes a um assunto muito específico”, nas palavras de Isabel Faria e Ana Gonçalves (1992). Optou-se, assim, por uma divisão básica entre informações sobre a tradução ou texto de chegada (TC), a figurar, evidentemente, em primeiro lugar, e informações sobre o chamado original ou texto de partida (TP). Quando este não é o texto de partida presumivelmente usado na tradução, inclui-se uma referência a uma provável tradução indirecta nas “Observações” e/ou na coluna da “Língua de mediação”.

Os campos relativos ao texto de chegada (TC) são:

  • ano de publicação,
  • título da tradução,
  • tradutor (nome ou pseudónimo),
  • pseudónimo de (nome real do tradutor),
  • local de publicação,
  • editora,
  • colecção,
  • designação do texto,
  • língua de mediação (em inglês) e
  • modo literário (narrativa, lírica ou drama)
Os campos relativos ao texto de partida (TP) são:
  • data de publicação,
  • título (quando acompanhado de asterisco (*) significa que vem referido na tradução portuguesa),
  • autor (nome ou pseudónimo),
  • pseudónimo de (nome real do autor),
  • local de publicação (registado na língua original),
  • editora,
  • país (a fonte seguida para as respectivas siglas é a ‘United Nations Statistics Division’; em princípio corresponde à nacionalidade do autor) e
  • língua (em inglês), referindo-se a língua em que o TP foi escrito.

A data de publicação do texto de partida que se indica pode não corresponder à data original de publicação. Porque esta base de dados foi concebida como um instrumento para investigadores em Estudos de Tradução, a data indicada corresponde ao volume mais antigo disponível para consulta nas respectivas bibliotecas nacionais.
No final de cada registo figura um espaço para observações muito variadas, relativas, por exemplo, à data de publicação em periódico, se conhecida e anterior à publicação em volume; à grafia do nome do autor alterada no volume do TC; ao título da obra alterado no volume do TC; à indicação de pseudotradução; aos diminutivos, títulos ou informação complementar sobre o tradutor e/ou autor; ao nome de editores da colecção do TC e/ou de autores das capas; ao tíulos dos contos/textos que integram a antologia, seguidos da indicação do autor do TP e do título do TP (se o título do TP consta do volume, é seguido de asterisco); ao volume indisponível por estar em mau estado, ou requisitado pelos serviços, etc.; à presumível tradução indirecta; ou ao título do TP não identificado.


Leituras complementares
Para mais informação sobre o processo de criação do projecto de investigação e sobre a constituição da base de dados, vejam-se as seguintes publicações:

  • Seruya, Teresa. 2015. “The Project of a Critical Bibliography of Translated Literature and its Relevance for Translation Studies in Portugal.” in: How Peripheral is Periphery? Translating Portugal Back and Forth. Essays in honour of João Ferreira Duarte. Ed. by Marta Pacheco Pinto, Rita Bueno Maia and Sara Ramos Pinto. Cambridge Scholars Press. (texto submetido em 2011)

  • Rosa, Alexandra Assis. 2012. "A Long and Winding Road: Mapping Translated Literature in 20th-Century Portugal.New Directions in Translation Studies, Special issue of Anglo-Saxónica. 3:3. Ed. by Anthony Pym and Alexandra Assis Rosa.  205-227. (link)

  • Seruya, Teresa. 2009. “Introdução a uma bibliografia crítica da tradução de literatura em Portugal durante o Estado Novo”, in: Traduzir em Portugal durante o Estado Novo, Actas do V Colóquio de Estudos de Tradução em Portugal, org. Teresa Seruya, Maria Lin Moniz e Alexandra Assis Rosa. Lisboa: Universidade Católica Editora. 69-86.

  • Seruya, Teresa.  2007. “Notes for a cartography of literary translation history in Portugal” (together with M. Anacleto, M. dos Anjos Guincho, Dionísio Soler. M.Lin Moniz and Alexandra Lopes), in: Doubts and Directions in Translation Studies, ed. by Yves Gambier, Miriam Shlesinger and Radegundis Stolze, Amsterdam: John Benjamins . 59-71.


Entre as publicações científicas que evidenciam algumas potencialidades desta nova ferramenta para o estudo da tradução literária em Portugal encontram-se (selecção de publicações mais recentes):

  • Rosa, Alexandra Assis. 2017. “Rethinking the Hegemony of English in Twentieth-Century Portugal.” International English and Translation. Special Issue of The Translator 23 (4), ed. Rita Queiroz de Barros and Karen Bennett. 441-455. (link)

  • Pięta, Hanna. 2016. "On Translation between (Semi)peripheral Languages: The External History of Polish Literature Translated into European Portuguese as a Case in Point." The Translator 22 (3):354-377. (link)

  • Seruya, Teresa, e Maria Lin Moniz. 2015. "As literaturas eslavas em Portugal durante o Estado Novo: Ensaio bibliográfico." Special Issue of IberoSlavica, ed. Teresa Seruya e Hanna Pięta 131-151. (link)

  • Pięta, Hanna (2013). “Fontes bibliográficas utilizadas no estudo da história da tradução da literatura polaca em Portugal: apresentação e discussão." “A Scholar for all Seasons.” Homenagem a João de Almeida Flor. Lisboa: CEAUL. 297-310. (link)

[Data de atualização: Julho 2018]



Equipa:

Coordenação Científica
CECC: Teresa Seruya e Maria Lin Moniz
CEAUL/ULICES: Alexandra Assis Rosa (até 2018), Hanna Pięta (desde 2018)
Coordenação Técnica
Maria Lin Moniz (CECC)
Revisão de Dados
Maria Lin Moniz (Coordenação), Hanna Pięta (CEAUL/ULICES), Rita Bueno Maia (CECC e CEAUL/ULICES)
Webmaster
Rui Nascimento
Design gráfico
João Casaca


Consultores linguísticos

  • Alemão: Teresa Seruya (CECC)
  • Dinamarquês: Susana Janic
  • Espanhol: Rita Bueno Maia (CECC e CEAUL/ULICES)
  • Húngaro: Zsófia Gombár (CEAUL/ULICES)
  • Polaco: Hanna Pięta (CEAUL/ULICES)
  • Russo: Pieter Boulogne (KULeuven) e Nonna Pinto (CECC)

Consultor científico

  • João de Almeida Flor (CEAUL/ULICES)

Equipa actual

Investigadores (do CEAUL/ULICES e do CECC)

  • Alexandre Dias Pinto (colaborador, CECC)
  • Ana Rita Pereira Martins (voluntária, CEAUL/ULICES))
  • Catarina Xavier (investigadora, CEAUL/ULICES)
  • Daniela Rafaela Coelho (voluntária, CEAUL/ULICES)
  • Hanna Pięta (investigadora, CEAUL/ULICES)
  • Isabel Maria Ferro Mealha (investigadora, CEAUL/ULICES)
  • Karen Bennett (investigadora, CETAPS e CEAUL/ULICES)
  • Maria dos Anjos Guincho (colaboradora, CECC)
  • Maria Eduarda Melo Cabrita (investigadora, CEAUL/ULICES)
  • Maria Lin de Souza Moniz (investigadora, CECC)
  • Nadia Gilardi (colaboradora, CECC)
  • Rita Bueno Maia (investigadora, CECC e CEAUL/ULICES)
  • Rita Queiroz de Barros (investigadora, CEAUL/ULICES)
  • Susana Valdez (investigadora, CEAUL/ULICES)
  • Teresa Maria Menano Seruya (investigadora, CECC)
  • Zsófia Gombár (investigadora, CEAUL/ULICES)

Equipa anterior

Em etapas anteriores este projecto contou com a participação dos seguintes investigadores e voluntários que já não integram a equipa actual:

  • Alexandra Assis Rosa (investigadora, CEAUL/ULICES)
  • Ana Cristina Gaspar (colaboradora, CEAUL/ULICES até 2012)
  • Ana Filipa Cerqueira (colaboradora pontual, CEAUL/ULICES)
  • Ana Filipa Vieira (investigadora, CEAUL/ULICES)
  • Ana Filipa Oliveira (colaboradora, CEAUL/ULICES até 2013)
  • Ana Lúcia Claudino (voluntária, CEAUL/ULICES)
  • Ana Luísa Dias (colaboradora pontual, CEAUL/ULICES)
  • Ana Luísa Teixeira (colaboradora pontual, CECC)
  • Ana Luísa Valdeira da Silva (colaboradora pontual, CEAUL/ULICES)
  • Ana Rita Vaz Gordo (voluntária, CEAUL/ULICES em 2015)
  • Ana Sofia Oliveira (voluntária, CEAUL/ULICES)
  • André Mâncio Alves Pereira (voluntário, CEAUL/ULICES a partir de 2015)
  • Carlota Miranda (colaboradora, CECC)
  • Carolina Marques (voluntária, CEAUL/ULICES a partir de 2015)
  • Catarina Neves (voluntária, CEAUL/ULICES a partir de 2015)
  • Catarina Pinto (voluntária, CEAUL/ULICES a partir de 2015)
  • Celeste Simões (colaboradora pontual, CECC)
  • Cristina Marques (colaboradora pontual, CECC)
  • Diana Simões (voluntária, CEAUL/ULICES a partir de 2015)
  • Diogo Tellechea (voluntário, CEAUL/ULICES a partir de 2015)
  • Elena Sottilotta (colaboradora pontual, Univ. Roma Tre(CEAUL/ULICES)
  • Elisabete Bárbara (colaboradora pontual, CECC)
  • Helena Sabina Almeida (colaboradora pontual, CEAUL/ULICES)
  • Inês Bernardo (voluntária, CEAUL/ULICES)
  • Inês Paiva Couceiro (voluntária, CEAUL/ULICES a partir de 2015)
  • Iolanda Zorro (colaboradora pontual, CEAUL/ULICES)
  • Isabel Neto (colaboradora pontual, CECC)
  • Joana Figueiras (voluntária, CEAUL/ULICES)
  • Joana Silva (voluntária, CEAUL/ULICES)
  • José Cardoso (colaborador)
  • Leonor Perdigão (colaboradora pontual, CECC)
  • Lili Cavalheiro (colaboradora, CEAUL/ULICES até 2012)
  • Luzia Prates (colaboradora pontual, CECC)
  • Maria Alexandra Ambrósio Lopes (investigadora, CECC)
  • Marcos Cravinho (voluntário, CEAUL/ULICES)
  • Maria da Anunciação Ferreira (colaboradora pontual, CECC)
  • Maria Inês Almeida (voluntária, CEAUL/ULICES a partir de 2015)
  • Maria Jacinta Magalhães (colaboradora pontual, CEAUL/ULICES)
  • Maria Joana Futre (voluntária, CEAUL/ULICES a partir de 2015)
  • Maria João Costa (voluntária, CEAUL/ULICES)
  • Maria Lúcia Ayres d’Abreu (investigadora, CEAUL/ULICES até 2016)
  • Mariana Andrade (colaboradora pontual, CECC)
  • Nance H. Dhirajlal (colaboradora pontual, CEAUL/ULICES)
  • Paula Gonçalves (colaboradora pontual, CECC)
  • Pedro Martins (colaborador, CEAUL/ULICES até 2013)
  • Raquel Mouta (colaboradora, CEAUL/ULICES até 2012)
  • Renata Azevedo (voluntária, CEAUL/ULICES)
  • Rosário Jordão (colaboradora pontual, CECC)
  • Verena Lindemann (colaboradora pontual, CECC)

Este trabalho não seria possível sem o apoio continuado da Direcção dos Serviços Bibliográficos Gerais da Biblioteca Nacional de Portugal.

[Data de atualização: Setembro 2018]


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